Dados abertos de neuroimagem,
acelerando o desenvolvimento de neurotecnologias inovadoras

O BayesCore NeuroLab conecta você a mais de 1.800 datasets públicos de neuroimagem validados no padrão BIDS — MRI, fMRI, EEG, MEG, iEEG, PET e fNIRS — com busca inteligente, downloads diretos e um assistente de IA especialista para apoiar cada etapa da sua pesquisa.

1.800+
Datasets públicos
80.000+
Sujeitos de pesquisa
7
Modalidades de aquisição
CC0
Licença — domínio público

Modalidades disponíveis

Todos os dados seguem o padrão internacional BIDS (Brain Imaging Data Structure), prontos para uso em pipelines reprodutíveis.

🧲

MRI / fMRI

Ressonância estrutural e funcional: anatomia, tarefas cognitivas, resting-state, difusão (DTI/DWI) e ASL.

⚡

EEG

Eletroencefalografia de superfície: potenciais evocados, oscilações, sono, epilepsia e BCI.

🔬

iEEG / ECoG

Registros intracranianos de alta resolução: mapeamento funcional e dinâmica cortical direta.

🧭

MEG

Magnetoencefalografia: dinâmica neural com resolução de milissegundos e localização de fontes.

☢️

PET

Tomografia por emissão de pósitrons: metabolismo, receptores e neuroimagem molecular.

💡

fNIRS

Espectroscopia funcional no infravermelho próximo: hemodinâmica cortical portátil.

🧬

Multimodal

Estudos combinando EEG+fMRI, MEG+MRI e outras integrações de alta riqueza informacional.

📊

Comportamento

Eventos de tarefas, questionários e dados fenotípicos que acompanham as aquisições.

Entenda o padrão BIDS e as modalidades de neuroimagem

📐 BIDS — Brain Imaging Data Structure

O BIDS não é uma técnica de aquisição, mas um padrão internacional de organização de dados de neuroimagem: define nomes de arquivos, estrutura de pastas e metadados (JSON e TSV) de forma consistente entre laboratórios. Isso torna os dados autoexplicativos e processáveis por pipelines automatizados e reprodutíveis (fMRIPrep, MRIQC, MNE-BIDS…), reduzindo erros de curadoria e viabilizando a ciência aberta em larga escala. Todos os datasets do acervo são validados nesse padrão.

🧲 MRI — Ressonância Magnética (estrutural)

Usa campos magnéticos intensos e pulsos de radiofrequência para excitar prótons de hidrogênio dos tecidos e formar imagens anatômicas de alta resolução espacial (tipicamente ~1 mm). Permite medir volume, espessura cortical e integridade de substância branca (com difusão, DTI/DWI). É a base anatômica sobre a qual as demais análises se apoiam. Não usa radiação ionizante.

🌊 fMRI — Ressonância Magnética funcional

Mede a atividade cerebral indiretamente pelo sinal BOLD (dependente do nível de oxigenação do sangue): regiões mais ativas recebem mais sangue oxigenado, alterando o sinal magnético local. Excelente resolução espacial (milímetros), porém resolução temporal limitada (segundos) pela lentidão da resposta hemodinâmica. Usada em tarefas cognitivas e no estado de repouso (conectividade funcional).

⚡ EEG — Eletroencefalografia

Registra, por eletrodos no couro cabeludo, os potenciais elétricos gerados pela atividade sincronizada de grandes populações de neurônios corticais (sobretudo potenciais pós-sinápticos de células piramidais). Resolução temporal excelente (milissegundos), ideal para potenciais evocados, oscilações (delta a gama) e sono; resolução espacial limitada pela condução do sinal através de crânio e tecidos.

🧭 MEG — Magnetoencefalografia

Detecta os campos magnéticos extremamente fracos (femtotesla) produzidos pelas correntes neuronais, por meio de sensores supercondutores (SQUIDs) ou magnetômetros OPM. Combina a resolução temporal do EEG com localização de fontes mais precisa, pois os campos magnéticos são menos distorcidos pelo crânio. Exige salas magneticamente blindadas.

🔬 iEEG — EEG intracraniano (ECoG/SEEG)

Registro elétrico feito com eletrodos implantados cirurgicamente — sobre o córtex (ECoG) ou em profundidade (SEEG) — geralmente em pacientes com epilepsia refratária durante avaliação pré-cirúrgica. Oferece a maior relação sinal-ruído e resolução espaço-temporal da eletrofisiologia humana, permitindo estudar oscilações de alta frequência (HFOs) e mapear funções com precisão milimétrica.

☢️ PET — Tomografia por Emissão de Pósitrons

Técnica de imagem molecular: um radiotraçador (ex.: FDG para metabolismo de glicose, ou ligantes específicos para receptores e proteínas como amiloide e tau) é injetado e sua distribuição é reconstruída pela detecção dos fótons da aniquilação de pósitrons. Quantifica processos bioquímicos in vivo — essencial em demências, oncologia e neurofarmacologia — ao custo de baixa resolução temporal e uso de radiação.

💡 fNIRS — Espectroscopia funcional no Infravermelho Próximo

Emite luz infravermelha próxima através do couro cabeludo e mede a absorção diferencial pela hemoglobina oxigenada e desoxigenada, estimando a resposta hemodinâmica cortical — o mesmo fenômeno de base do fMRI, porém com equipamento portátil, silencioso e tolerante a movimento. Ideal para bebês, crianças, ambientes naturalísticos e populações que não podem entrar no scanner; alcance limitado ao córtex superficial.

Por que o BayesCore NeuroLab?

Mais do que um repositório: um ambiente de trabalho completo para o pesquisador.

🔎

Busca inteligente

Pesquise por palavra-chave, filtre por modalidade e ordene por data ou popularidade. Encontre o dataset certo em segundos, com metadados completos: autores, tarefas, sujeitos e tamanho.

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Download flexível

Baixe arquivos individuais direto do navegador ou o dataset completo via Amazon S3, DataLad ou openneuro-py — com comandos prontos para copiar.

🧠

Dr. Áxon — seu assistente pessoal de pesquisas

Discuta com a nossa AI o desenho do estudo, pipelines de análise e interpretação de resultados.

🗂️

Histórico de pesquisa

Todas as suas buscas e downloads ficam registrados na sua conta — retome o trabalho de onde parou e mantenha a rastreabilidade da sua revisão.

📐

Padrão BIDS

Estrutura de dados consistente e validada, compatível com fMRIPrep, MRIQC, MNE-Python, EEGLAB, FieldTrip e todo o ecossistema de ferramentas abertas.

🔓

Ciência aberta de verdade

Dados sob licença CC0 (domínio público), desidentificados e citáveis por DOI. Use em pesquisa, ensino e desenvolvimento de novas tecnologias.

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